quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

FUTURAMNTE

Futuramente pretendo formar um grupo de pessoas para mantermos contatos com os elementais.

grifos


A Mitologia Grega - Monstros: O Grifo.



O grifo era um monstro com corpo de leão, cabeça e asas de águia e as costas cobertas de penas. Construía ninhos, como as aves, mas, em vez de um ovo, punha no ninho uma ágata. Tinha garras de um tamanho tal que os habitantes da índia, país onde se acreditava viver o grifo, delas faziam taças. Os grifos encontravam ouro nas montanhas e com ele faziam seus ninhos, razão pela qual esses ninhos despertavam grande interesse entre os caçadores e tinham de ser vigiados com atenção. O instinto levava os grifos a saber onde havia tesouros escondidos e eles tudo faziam para manter os saqueadores e ladrões a distância. Os arispianos, entre os quais viviam os grifos, eram um povo da Cítia, de um só olho. Milton faz uma comparação baseando-se nos grifos, no Livro II do Paraíso Perdido:


Como quando na selva um grifo alado
Através de colinas e charnecas,
Persegue o arispiano que seu ouro
Se atreveu a juntar.

ninfas gregas


Ninfas
Fonte de inspiração da arte greco-romana, as ninfas emprestaram suas características a seres mitológicos de culturas posteriores, como elfos, fadas e gnomos.
Na mitologia grega, ninfas eram as divindades femininas secundárias associadas à fertilidade e identificadas de acordo com os elementos naturais em que habitavam, cuja fecundidade encarnavam.
As oceânides e as nereidas eram ninfas marinhas; as náiades, crenéias, pegéias e limneidas moravam em fontes, rios ou lagos; as hamadríades (ou dríades) eram protetoras das árvores; as napéias, dos vales e selvas; e as oréades, das montanhas.
Diferenciavam-se ainda muitos outros grupos.
Embora não fossem imortais, as ninfas tinham vida muito longa e não envelheciam.
Benfazejas, tudo propiciavam aos homens e à natureza.
Tinham ainda o dom de profetizar, curar e nutrir.
Em geral, não se destacavam individualmente, embora algumas das mais citadas na literatura apresentassem genealogia definida.
As nereidas, por exemplo, eram filhas do deus marinho Nereu e entre elas destacava-se Tétis, mãe do herói Aquiles.
As náiades haviam sido geradas pelo deus do rio em que viviam e com elas foram mais tarde identificadas as ninfas da Mitologia Romana.
Um tipo muito especial de ninfas eram as melíades, nascidas do freixo - árvore que simboliza a durabilidade e firmeza - que eram belicosas.
Belas, graciosas e sempre jovens, as ninfas foram amadas por muitos deuses, como Zeus, Apolo, Dioniso e Hermes.
Quando uma ninfa se apaixonava por um mortal, podia tanto raptá-lo, como aconteceu com Hilas; fundir-se com ele, como Salmácis com Hermafrodito; ou se autodestruir, como fez Eco por amor a Narciso.

gnomos reais ou não



Gênios de pequeno tamanho, que, segundo a Cabala, habitariam debaixo da terra e seriam donos dos tesouros de pedras e metais preciosos. A lenda dos gnomos passou do Oriente para a Escandinávia e para a América Central. Simbolizariam o ser invisível, que, por inspiração, intuição, imaginação e sonho, faz visíveis os objetos invisíveis. Na alma do homem eles são como que lampejos de consciência, de iluminação e de revelação. São como que a alma oculta das coisas, orgânicas ou não; e quando eles se retiram, as coisas morrem ou ficam inertes e tenebrosas.
O gnomo pode amar e odiar sucessivamente o mesmo ser. Pouco a pouco, na imaginação popular, assumiu a figura de um anão feio e disforme, malicioso e perverso. Em troca, sua mulher, ainda menor que ele, era de extraordinária beleza e trazia galochas nos pés: uma de rubis, outra de esmeralda. O casal, ou gnomo desdobrado em complexo masculino e feminino, simboliza a aliança em todo ser de um lado feio e um lado belo, de um lado mau e um lado bom, de um lado terroso e outro cheio de luz.
São poderes invisíveis mas que são capazes de materializar qualquer coisa que seja invisível, além de serem considerados como sendo um símbolo dos lampejos de consciência e das revelações que ocorrem usualmente aos seres humanos. Esses seres que habitavam o subsolo eram donos de grandes tesouros em pedras e metais preciosos, num simbolismo do potencial que jaz escondido em nosso inconsciente.

 Trata-se, sem dúvida, de uma imagem dos estados de consciência, complexos e fugidios, em que coexistem ignorância e conhecimentos, riqueza e pobreza morais: exemplos da coincidência dos contrários, de conhecimento mantido em segredo ou ocultado.
Encontrar um gnomo no sonho representa uma busca de valores e princípios diferentes dos que compõem sua personalidade atual. Neste momento  você está perseguindo uma utopia, mas que pode se tornar realidade, se você se permitir fantasiar, sonhar. Solte sua criatividade: sua natureza interna está lhe pedindo por mudanças. Não deve se assustar com a possibilidade de explorar caminhos que até agora haviam permanecidos desconhecidos para você.

sonhe



ENCONTRAR UM GNOMO
Deixe sua imaginação se alegrar, deixe sua imaginação imaginar um Templo, no alto duma colina um Templo do Sol, entre nesse Templo misterioso e chame  Mercúrio, o deus dos caminhos, o deus da Alquimia. Mercúrio aparece  brincando, se esconde atrás duma mascara. Troca de  mascara, brinca. Esta rindo com a boca e com o corpo inteiro. Já adivinhou o que você quer, e leva você através dos caminhos secretos do Templo, por corredores estreitos, corredores dissimulados na espessura das paredes. As paredes interiores dos corredores brilham por si próprias. Mercúrio abre uma porta antiga, feita de cobre e de madeira. Ao girar a porta esta uivando baixinho. Você chegou no Laboratório Alquímico, cheio de frascos de todas as formas. Num canto, um fogo de lenha devaneia numa lareira. Tudo esta coberto de poeira, dessa poeira adormecida dos Tempos Passados. Antes de começar, precisa limpar. Mercúrio dá a você um  pano. Na sua mão, de maneira estranha,
o pano começa irradiar uma Luz.
 Esfregue os  frascos, a mesa, as estantes, precisa limpar a poeira material e emocional do lugar. Comece a varrer, a tirar a poeira dos Tempos. A vassoura irradia Luz. Dum  armário, Mercúrio tira um cubo de chumbo, e o coloca na  mesa. Ele fala. Diz: "Entra no cubo de chumbo." Você, a consciência que  você é,
entra no cubo de chumbo.
 Uma luz cinza irradia  devagar dos corredores internos.
T
oque as paredes de chumbo. Sinta o cheiro do lugar. Fale, chame a inteligência que vestiu esse corpo de chumbo. Escute como ecoa sua voz no espaço interior do chumbo.
E v
ocê começa a discernir uma presença, difusa, uma  presença  que preenche todo o espaço interior do lugar. Parece uma dança, uma dança de energia  sutil e poderosa, uma dança inteligente. É uma  poderosa inteligência, tranqüila, muito sabia. Veste  essa  presença. Sinta o cubo de chumbo como seu  corpo. Sem deixar  de  ser você, você se tornou um gnomo, se tornou a inteligência que tem o  cubo  de chumbo como corpo. Lembre-se. Use a memória do gnomo, lembre-se. Lembre-se da imensidão dos tempos. Nessa imensidão pode sentir essa estabilidade, essa  estabilidade perfeita. O poder de estabilizar, o poder de materializar. O poder de realizar. Quem é competente em matéria de chumbo é ele, o gnomo. É ele quem sabe do chumbo, dando uma forma, arquitetando a estrutura química, mantendo a forma, materializando o chumbo, é ele quem mantém essa fidelidade, essa estabilidade. Agradece o gnomo. Sai do cubo de chumbo. Olhe o cubo: visto do exterior, matéria,visto do interior, consciência. Mercúrio coloca na mesa um cubo de ouro. Você entra no cubo de ouro. Você, a consciência que você é,
entra no cubo de ouro.
 Uma luz  irradia dos corredores internos,
toca as paredes de ouro.
 Sinta o cheiro do lugar. Fale,  chame a inteligência que vestiu esse corpo de ouro. Escute como ecoa sua voz no espaço interior do ouro.
E v
ocê começa a discernir uma presença, difusa, uma  presença  que preenche  todo o espaço interior do lugar. Parece uma dança, uma  dança de  energia  sutil  e poderosa, uma dança inteligente. É uma  poderosa inteligência, tranqüila, muito sabia. Veste  essa  presença. Sinta o cubo de ouro como  seu  corpo. Sem deixar  de  ser você, você se tornou o gnomo, a inteligência que tem o cubo de ouro como corpo. Lembre-se. Use a memória do gnomo, lembre-se. Lembre-se da imensidão dos tempos. A estabilidade. Sinta essa  perfeita estabilidade. O poder de estabilizar, o poder de materializar. O poder de realizar. Quem é competente em matéria de ouro é o gnomo, dando uma forma, arquitetando a estrutura química, mantendo a forma, materializando o ouro. É ele quem sabe do ouro. É ele quem mantém essa fidelidade, essa estabilidade. Pede ao gnomo do ouro estabilizar para você
o sucesso, o bem estar,
 esse bem estar que vai com o sucesso natural, o ouro da alma.
Agradece  o  gnomo. 
Sai do cubo de ouro.
Olhe o cubo:
visto do exterior, matéria. 
Visto do interior, consciência.


musica's

uma musica comum mas realista.

gnomos domesticos


Os gnomos são simpáticos velhinhos de cara enrugada e roupa suja e amassada.
O gnomos têm corpo.
 
Vivem uns seiscentos anos, mas morrem como os humanos.
 
Conta-se que foram os primeiros habitantes do mundo.
 
 
 
Vivem debaixo da terra e adoram trabalhar.
 
 
Transformam rochas em cristais e dão brilho e cor a todas as pedras preciosas.
 
Também fertilizam a terra e a deixam macia para que as sementes fiquem bem acomodadas.
 
 
O gnomos gostam tanto de certas pedras que, às vezes, vão morar dentro delas.
 
 
 
 
 
pessoas afirmam que, de noite, costumam ouvir ronquinhos saindo de seus cristais.
 
Muitas bruxas usam bola de cristal para ver o futuro.
O que pouca gente sabe é que são os gnomos que
 moram dentro das bolas e contam tudo para elas.
 
 
Vocês sabem por que é tão difícil de ver os gnomos?
 
Pois bem.
 
 
 
Houve uma época em que os gnomos viviam entre os seres humanos.
Mas, quando os homens começaram a destruir florestas, eles se ofenderam e desapareceram.
Agora eles nos observam de longe e às vezes escolhem certas crianças especiais para acompanhar durante a vida toda.
 
á histórias de que Mozart, o famoso compositor que nasceu na Áustria em 1756, costumava receber sugestões de um gnomo. Seriam verdadeiras?
 
 
 
 
 
 
O que se sabe é que sua música apresenta uma beleza harmoniosa e eterna que a humanidade não cansa de apreciar.